A segurança alimentar, como o próprio nome sugere, é a capacidade de um alimento estar íntegro e livre de contaminação, seja esta física, química ou biológica. Logo entendemos que um alimento seguro é aquele alimento que está sanitariamente adequado, sendo que o alimento que coloca em risco a saúde de quem o consome não possui qualidade.
Todo o processo de fabricação dos alimentos oferecem riscos de contaminação, apresentando influência sobre a qualidade e segurança destes. A elaboração da matéria-prima, a manipulação, o transporte, exposição à venda e o armazenamento são exemplos de processos pelos quais os alimentos participam, mas que podem trazer perigos à sua integridade.
Sendo assim, notamos que todo estabelecimento que oferece alimentos prontos ao seu consumidor deve estar preparado para entender a influência que todos os processos citados trarão em termos de qualidade microbiana, nutricional e química dos alimentos, relacionando com os possíveis efeitos que ocasionarão à saúde de quem o consumirá.
Sabemos que o consumidor está cada vez mais exigente. Essa mudança no perfil do cliente trouxe novas preocupações aos donos dos estabelecimentos alimentícios, dentre elas, a preocupação contínua com a segurança dos alimentos ali oferecidos. E não são poucos: restaurantes, lanchonetes, confeitarias, padarias, supermercados, pizzarias, cafés e muitos outros.
Mas não adianta apenas se preocupar; deve-se agir! E para isso, são necessárias orientações de uma equipe técnica especializada, para que haja a garantia de um alimento seguro em todo o processo de produção, até este chegue ao seu consumidor!
“Pessoas de qualidade fazem produtos de qualidade”.
Pense nisso!
Referências: FILHO, J R et al. Controle de Qualidade de Alimentos e Saúde Pública. Sebrae - Biblioteca Online.
Imagem: Google Imagens.
